Contratos com Sabesp na região são tema do Consulti

Os membros do Conselho Consultivo da Sub-região Sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo (Consulti) reuniram-se na quarta-feira (24/10), na sede da prefeitura de Itapecerica da Serra, para a terceira reunião do colegiado, que contou com a presença de 25 conselheiros e 25 convidados. Presidida por Jorge Costa, prefeito de Itapecerica da Serra, a reunião teve a presença do prefeito de Embu-Guaçu, Clodoaldo Leite da Silva; Brígida Sacramento, secretária executiva do Consulti; Maurício Cavalcanti, vice-prefeito de Cotia; Carla Parente, da Emplasa; Humberto Carlos Parro, coordenador de articulação com os municípios da Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano, e técnicos da Sabesp, além do prefeito eleito de Itapecerica da Serra, Amarildo Gonçalves, Chuvisco, como é conhecido.

 A principal pauta do encontro foi a apresentação do engenheiro e superintendente da unidade de negócios Sul (MS) da Sabesp, Roberval Tavares de Souza, que apresentou dados sobre os contratos da empresa com os oito municípios que integram o Conisud e o Consulti e os investimentos na região até 2018, prazo para a universalização dos serviços da Sabesp, atendendo todos os imóveis com água, coleta de esgoto e envio para tratamento.

 Segundo o engenheiro, o grande desafio da Sabesp é a coleta e tratamento do esgoto na região metropolitana e para isso a Sabesp terá investimentos do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), o Banco Mundial, pelos Programas Mananciais e Despoluição do Tietê. Para a universalização do fornecimento da água, a empresa terá investimentos da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. “Até 2018, a Sabesp investirá R$ 2 bilhões/ ano em todo o Estado de São Paulo, sendo R$ 1,4 bilhão nos 39 municípios da Região Metropolitana da Grande São Paulo”, informou Roberval Tavares de Souza.

 O engenheiro da Sabesp afirmou que a principal obra para a região será a construção do Coletor Pirajuçara e defendeu a integração entre Estado, Sabesp e Prefeituras para levar água e esgoto a todas as áreas dos municípios. “Em algumas áreas, só conseguimos entrar se a prefeitura entrar com urbanização e obras de infraestrutura”, frisou.

 Conselheiro por Embu das Artes, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Geraldo Juncal (Gera), disse que o Coletor Pirajuçara é “quase uma lenda” e deveria ser coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano. “Anunciado às prefeituras em 1993, até hoje o coletor não saiu do papel. A Sabesp criou um movimento com os moradores na divisa de Embu das Artes, Taboão da Serra e São Paulo e o projeto parou sem dar uma solução à questão habitacional para os moradores. A sugestão do DAEE era pegar o pessoal da área e mandar para Carapicuíba. São mais de um milhão de moradores e nós não temos cronograma da obra”, destacou o secretário.

 “O Gera tem razão, a construção do Coletor Pirajuçara é uma questão metropolitana, porque envolve vários municípios, a Sabesp, o DAEE, e porque o esgoto gerado nas divisas de Embu das Artes, Valo Velho, Campo Limpo vai descer todo o Pirajuçara até o Rio Pinheiros”, explicou Roberval Tavares de Souza. Tanto o técnico da Sabesp quanto Parro entendem que a construção do Coletor Pirajuçara deve ser coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano.

Geraldo Juncal, de Embu das Artes, pediu que a Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano acompanhe as ações da Sabesp na região

 

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